Tem um psicólogo me entrevistando. E agora?

 

Quando se fala em psicólogo, o que vem a sua mente? Para muitos, é a solução de muitos problemas. Mas, para outros, dependendo da área de atuação desse psicólogo, ele também pode ser um problema. Afinal, não é nada fácil conquistar aquele recruta formado em psicologia, né?

Eles são difíceis de levar no papo. Têm olhares clínicos (psicólogo)para identificar qualquer postura inadequada. Treinados para entender comportamentos e fazer aquela análise completa de perfis. Anos de estudo para não deixar nada passar.

Mas, e aí, qual o jeito certo de “conquistar” um psicólogo quando o assunto é oportunidade de emprego?
Num processo seletivo, vários fatores são levados em conta, e o psicólogo estará de olho em todos eles, desde a apresentação de um bom currículo, até a apresentação pessoal do candidato.

Para causar uma boa primeira impressão e já ganhar uns pontinhos com ele, comece caprichando no currículo. Evidenciar os aspectos mais valiosos da carreira é muito importante, além de se dedicar à apresentação visual do documento. Mas, mesmo com toda a relevância de um bom currículo, esse é o primeiro passo para a recolocação profissional.

Como se comportar?
Sempre ouvimos falar que o corpo fala. E além de falar muito mesmo, o recrutador escuta. A comunicação não verbal é uma arma do recrutador, mas também sua, se bem utilizada. Por isso, é muito importante que a sua expressão corporal esteja alinhada ao que deseja, que no caso é a conquista da oportunidade. Comportamentos inadequados vão desde o aperto de mão ruim e sem credibilidade, até a má postura, distração e desinteresse, falta de contato com os olhos e até a falta de simpatia. Por exemplo, se durante a o processo seletivo você não consegue desprender do celular, já causará uma impressão negativa que pode induzir o selecionador a pensar que ele não terá foco para o desempenho de suas funções no dia a dia.

Já na dinâmica, o que vai fazer os olhos do recruta brilharem?
Ter a iniciativa de propor uma ação, ajudar algum concorrente com dificuldade, participar de ações conjuntas, não interromper alguém que está falando, entre outros comportamentos, são bem vistos e favorecem você.

Há alguma fórmula ou receita pronta para os candidatos se darem bem em entrevistas?
No geral, não existe uma fórmula exata para se dar bem, afinal cada vaga requer um perfil profissional único que exigirá determinadas posturas. No entanto, é comum que selecionadores busquem cada vez mais candidatos pró-ativos, comunicativos, que saibam lidar com pressão, se sintam bem com o trabalho em equipe, respeitem o espaço do próximo, entre outras atitudes.

Fonte : http://www.nalabuta.com.br

 

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